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domingo, 23 de fevereiro de 2014

A família ‘sai do armário’: pais e avós fazem mais do que aceitar a homossexualidade dos filhos e netos


Mãe e avó apoiam relacionamento
Um beijo gay na dramaturgia não é nada, em relação à revolução que acontece há tempos no seio das famílias. Muito mais do que aceitar a homossexualidade de seus filhos e netos, pais e avôs simplesmente assumem que amam. 

É a família ‘saindo do armário’ e admitindo que têm filhos gays, que isso não é vergonha. Se a família é a ‘célula social’, lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros (LGBTs) que estão sendo acolhidos por seus parentes já têm meio caminho andado para serem aceitos pela sociedade de forma plena.

Na Paraíba, o processo tem avançado, principalmente, a partir do reconhecimento da união estável homoafetiva, pelo Supremo Tribunal Federal (STF) como entidade familiar, em maio de 2011. Com isso, os casais formados por pessoas do mesmo sexo passaram a ter todos os direitos inerentes à união estável entre homem e mulher. O estado foi a 13ª unidade da federação a admitir o casamento homoafetivo. 

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 698 casais homossexuais viviam juntos no Estado, em 2010. De 2011 até novembro do ano passado, 32 casamentos homoafetivos haviam sido realizados, segundo o levantamento mais recente da Comissão da Diversidade Sexual e Direito Homoafetivo da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Paraíba (OAB-PB).
Leia matéria completa, na edição deste domingo (23), do Jornal Correio da Paraíba 
Da Redação
com Portal Correio

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